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Aprendendo fora d'água 2

Posted by Brenda Gomes on 29.5.11
Durante a semana de comunicação realizada na Faculdade de Tecnologia e Ciências ( FTC ), na semana de 23 a 27/05, assisti várias palestras que serviram como complemento para o meu currículo. Descreverei aqui os melhores momentos de cada palestra e oficina.

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A primeira palestra que assisti foi realizada no dia 23, às 19:40 e teve a publicitária da Agência de publicidade, Propeg, Isabel Aquino como palestrante. Ela falou sobre o mercado de trabalho para os publicitários, a necessidade destes atenderem o consumidor local e deu dicas para os futuros publicitários se saírem bem na profissão.

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Às 20h foi a vez da Jornalista Helô Sampaio que começou falando da importância do estágio para Jornalistas e a importância de participar de sindicatos da área. Com humor, Helô brincou ao citar a sua inveja pelos publicitários- " ô bicho inteligente é o publicitário" - disse ela que contou ainda sobre sua vasta experiência no Jornal A Tarde.
Quando perguntada sobre o que pensa do jornal Massa, disse que fica triste quando vê esse tipo de jornal e, por fim, deixou um recado para nós, futuros jornalistas: "não façam mediocridade".



(esq-dir)A publicitária Isabel Aquino, a coordenadora do curso de Comunicação da FTC  Laíse Lessa e a Jornalista Helô Sampaio

                                                                                                                                                                                                                                                                                       
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No dia 24, participei da oficina de photoshop, sob orientação da professora Sheila Bárbara



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Às 19:40 desse mesmo dia, assisti a palestra sobre Marketing de Guerrilha com os publicitários e egressos da FTC, João Machado e Alan Francisco. Eles falaram sobre suas formações na publicidade, mostraram trabalhos feitos e comentaram um pouco sobre a extinção do Marketing de Guerrilha na Bahia.

Ao que tudo indica, essa foi a palestra que atraiu mais estudantes
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Na quarta (25) das três palestras oferecidas - Roteiro, FTC Verde e Redes Sociais - só assisti a última com o professor e palestrante Adroaldo Belens que debateu  as mentiras que circundam nas redes sociais.

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26 de maio de 2011: APRENDI A EDITAR VÍDEO NO FINAL CUT (êêêê). Sem dúvida, essa foi a oficina que eu mais aguardava. Tanta empolgação me fez ser, por alguns momentos,  a primeira e única participante da oficina. Depois de algum tempo chegou Márcio Liolly, estudante do curso de Cinema e Vídeo da FTC e, no final, chegaram outros alunos. Detalhe: fui a única estudante de Jornalismo a participar dessa oficina.
[ironia] A oficina lotada ( de xadrez, o palestrante )
Aluna aplicada
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Ainda no dia 26, às 20h aconteceu uma breve apresentação sobre as ferramentas do Adobe Creative CS5.5, com o instrutor certificado do Adobe, Lauro Santos. Ao fim, sorteio de brindes.
 Sim, ganhei um dos brindes. Aliás, o último brinde sorteado. Na sacola contém: adesivos dos programas Adobe e  conhecimentos que estou adquirindo 
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No último dia da Semana de Comunicação, três eventos importantes: inauguração da Agência Online da FTC...

...Mostra de audiovisuais produzidos por estudantes de Cinema e Vídeo da Instituição...
Cenas da gravação do curta " Ausência" sob direção de...

...Vitor Andrade ( fotos de Vitor Andrade)
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...e a oficina de locução que encerrou o evento com o radialista e professor Fernando Fonseca. Em uma conversa com um pouco mais de 1h, Fernando explicou para os futuros jornalistas como se faz um bom Radiojornalismo, desmistificou a ideia de que Radialista tem que ter voz grave e deu dicas de como ser um bom profissional da área

Anotei algumas dicas que estão publicadas aqui.

1. Antes de ir para o estúdio, nem pensar em comer chocolate ou tomar café pois eles ressecam a voz
2. Durante a entrevista, evitar entrar na intimidade do entrevistado só porque o conhece
3.Atenção à linguagem. Não esquecer que para cada público, uma maneira de se expressar, ou seja, para ouvintes de futebol você não vai falar como se estivesse falando para um ouvinte de economia
4.Nem pensar em brigar com o operador de áudio, pois você depende dele e se ele quiser se vingar de você...aí você está ferrado
5.OUÇA, ASSISTA, LEIA, se INFORME
6. Não interrompa o entrevistado, salvo em caso de falta de tempo
7.Se você não tem "voz de locutor", não tem problema. A boa voz é aquela que apresenta boa dicção e isso se consegue com fonoaudiólogo
8. Qualidade é diferente de voz bonita
9. O bom profissional faz sugestões aos problemas com críticas construtivas
10. SEJA VOCÊ!

" O pior lugar para fazer comunicação é no Estado da Bahia" Fernando Fonseca
Por isso, cabe a nós, estudantes e futuros profissionais, mudar essa realidade.

*É isso! Bjs e obrigada pela visita*

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Aprendendo fora d'água

Posted by Brenda Gomes on 27.4.11
Não é só na sala de aula que aprendemos. Palestras, por exemplo, são alternativas que contam bastante e eu, um projeto de jornalista, não poderia deixar de ir a algumas.
Abaixo, farei um resumo sobre as palestras que assisti.

(em ordem cronológica)

Sob a organização do "CA PRA NÓS" vivendo o Jornalismo em equipe, os jornalistas Aline Castelo Branco ( rádio Metrópole) e Marcus Pimenta ( Tv Itapoan) contaram suas experiências profissionais em uma palestra na noite do dia 15/04, no auditório da Faculdade de Tecnologia e Ciências ( FTC ).

Antes do início da palestra, uma quantidade considerável de estudantes já estava no auditório. Representando o CA PRA NÓS, o estudante do 3º semestre de Jornalismo, Vitor Andrade, deu início à palestra por volta das 19h. Os palestrantes foram apresentados e aplaudidos.
Aline contou como foi o início da carreira, auxiliada de seus vídeos profissionais, mostrou o dia a dia da reportagem. Em seguida, Marcus Pimenta contou sua vivência na tv. Assim se passaram duas horas e, como planejado, o final ficou reservado para as perguntas.  Eu também perguntei. Quis saber se em uma entrevista de emprego tiverem dois candidatos, um "tagarelo" e outro mais observador, quem tem mais chance de conseguir a vaga. Marcus respondeu primeiro, disse que isso é relativo e que se ele fosse contratar alguém para apresentar a rádio, com certeza não seria um mudo. Já Aline contestou a ideia de que jornalista tem que ser "tagarelo", exemplificou que trabalhou com outros jornalistas que eram bem calados.

Os estudantes mostraram-se empolgados e, tamanho interesse, resultou em um prazeroso bate- papo. E eu confirmei o meu interesse pela profissão.
Juntamente com a jornalista Aline Castelo Branco ...



...e com o jornalista Marcus Pimenta 




- Marcus, vamos tirar outra foto porque aquela saiu feia.
-Marcus ( gargalhada)





Na quinta- feira (27) desmarquei meus compromissos matinais e fui assistir a palestra sobre Jornalista multimídia na Universidade Federal da Bahia (UFBa). Estavam na bancada os Jornalistas Giácomo Mancini (G1/Bahia), Daniel Senna (Agecom), Felipe Barbalho ( A Tarde online) e a especialista em comunicação digital e professora da Faculdade de Comunicação da UFBA (Facom), Suzana Barbosa.

Com um atraso de pouco mais de 10 minutos, iniciou-se a palestra às 8h 45min. Daniel Senna foi o primeiro a falar, em seguida foi a vez de Giácomo Mancini que, com humor, se comparou a um dinossauro por conta do processo de adaptação à tecnologia, em sequência, Felipe Barbalho comentou a sua experiência no A Tarde online e por fim a professora Suzana Barbosa deu uma aula de jornalismo digital.

Após a apresentação, os alunos- presentes e pelo twitter- fizeram perguntas aos palestrantes que responderam a todas as perguntas direcionadas. Como programado, o evento encerrou ao meio dia.

Da esquerda para a direita:
Daniel Senna, Giácomo Mancini, Iloma Sales, Felipe Barbalho e no canto  Suzana Barbosa




Fotos: Géssica Lopes


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A escolha da área de atuação

Posted by Brenda Gomes on 23.4.11
  Rádio, tv, internet, impresso, assessoria, fotografia...são vários os campos de atuação do Jornalismo.     Isso não quer dizer que conseguir emprego nessa carreira é fácil, mas como baiana "arretada", não vou em busca do mais fácil.

  Primeiramente, pesquisei bastante cada área e me identifiquei com algumas, são elas: tv e rádio.  Às vezes penso que estou querendo demais, que deveria trabalhar na redação. E quem disse que eu não quero trabalhar na redação? Tudo bem que querer não é poder, mas eu quero ter experiência como redatora e produtora ( pensando bem, se me chamarem para segurar o cabo da câmera, eu vou feliz). Pretendo começar em alguma dessas funções, para quando tiver experiência o suficiente, ir para a televisão. Quero ser repórter. Dizem que é a pior das áreas, até os próprios repórteres já me disseram isso, ah, mas é o que eu quero e não é pelo status, é porque sinto uma coisa inexplicável cada vez que vejo um repórter enfrentando perigos pela reportagem.

  Recentemente comecei a me interessar pelo radiojornalismo.Pensei que se eu fosse repórter não poderia ser radialista, mas vi que não é bem assim. A jornalista Aline Castelo Branco, por exemplo, é repórter e, atualmente, tem um programa na rádio Metrópole, a Andréa Silva, também é repórter da TV Bahia e apresenta o programa Salto Alto, na rádio CBN.
Está aí, mais uma opção que precisa ser amadurecida.
Mas uma coisa é certa: rádio, tv, jornal ou revista. Qualquer que seja o meio, eu vou ser jornalista.

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A escolha da profissão

Posted by Brenda Gomes on 18.4.11
Desde que comecei a me entender por gente, quis ser escritora. Lápis, superfície lisa e muita imaginação sempre foram meus aliados na escrita. Onde sobrava espaço, lá estava eu deixando a minha marca. Cresci e descobri o Jornalismo. Foi IDENTIFICAÇÃO À PRIMEIRA VISTA. Embora minha família não concorde com a escolha, não vou deixar de fazer o que ME AGRADA. Sempre ouvi minha mãe dizer: vai ser médica ou advogada, é o meu sonho que você seja uma médica bem sucedida ( pera aí, e o meu sonho?).
Sucedida eu vou ser, sim, mas na profissão que escolhi, Jornalismo. Penso que como médica, se me chamarem para um plantão, eu vou de mau- humor, com vontade de matar o paciente. Como jornalista, ah...aí eu vou com o MAIOR PRAZER, mesmo que seja de madrugada e ainda agradeço por terem lembrado de mim.
Anos se passaram até a a hora da decisão, talvez a mais importante da minha vida: a hora do vestibular.
Me inscrevi para Jornalismo, é claro. O resultado de tanta empolgação foi a colocação de 1ºLUGAR NO VESTIBULAR. Isso mesmo, a VONTADE começou a virar REALIDADE.
Atualmente, estou cursando o 3º semestre. Os dois primeiros passaram tão rápido, mas trago comigo os ensinamentos e as notas 10. Claro, não poderia deixar de citar o meu desempenho acadêmico e tudo por causa da profissão. Espero assim continuar nessa longa jornada, muitos altos e baixos estão por vir, mas enquanto isso, vou me dedicando para dar orgulho primeiramente a mim e, posteriormente, a todos aqueles que foram como PEDRAS NO CAMINHO.
É isso aí!

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Brenda, Brenda Gomes, Brendinha ou Beh

Posted by Brenda Gomes on 15.4.11
Brenda Gomes da Silva é alta, rica e bonita, só que ao contrário.
Entre os amigos, ela é o patinho feio. Na faculdade, a nerd que senta na frente. Da família, é a encalhada, aquela que ficou para titia. É aquela que, quando a família sai, fica em casa assistindo tv ou lendo livro. Adora perturbar seus gatos e consegue ser mais criança do que muitas crianças.
Anda sempre rápido porque está sempre atrasada.

Menina de sonhos e pesadelos, de medo e coragem. Ingênua, mas sempre de olhos abertos, espertos, prontos para olhar o céu, o mar, o melhor e o pior que a vida lhe dá.

Com os íntimos é tímida, escrevendo é falante. Curiosa por natureza, apaixonada pelo desconhecido, prefere o silêncio e odeia confusão. Quando se depara com uma briga, caracol vira e em sua casca-casa, encolhida fica.

Essa menina é tão indecisa que nasceu ambidestra. É Alegre e triste, carinhosa, dengosa, um projeto prodígio.

Baiana com orgulho, nasceu em Porto Seguro, em 30 de setembro de 1991. Mudou-se para Salvador aos dois anos de idade, onde mora até hoje. Estudou na Escola Curumim, no Colégio Nossa Senhora das Mercês e Ypiranga. Aos 18 anos, prestou vestibular para Jornalismo, no qual passou em 1º lugar. Ainda não tem um currículo cheio, mas se esforça para tirar boas notas.

Prefere ouvir a falar. Ama escrever. Prefere o papel ao virtual.
Não tem pai rico nem mãe rica, mas riqueza não lhe falta em termos de gratidão, caráter, amor, sensibilidade e dedicação.
Já brincou muito de pega-pega, esconde-esconde e bandeirinha, mas hoje, brinca de aprender a comunicar. Rádio, tv, jornal ou revista, qualquer que seja o meio, ela vai ser jornalista.

Filha de médium. Tem a família como prioridade. Não é mãe, mas adota todos à sua volta e oferece-lhes proteção. 

Apesar de ser resmungona, querer tudo direito e cometer o pecado da preguiça, ela vê a beleza da vida na simplicidade e dá valor até a uma bala que ganha.

É uma jovem que está sempre disposta a aprender, pergunta até o que já sabe e faz questão de ouvir os mais velhos.
No momento, é estagiária e está envolvida em um projeto pessoal que, se der certo, será lançado em breve.

Sem máscaras e óculos escuros, ela quer encarar o mundo. Não se importa em bater a cara no muro, por isso vive e se prepara. Aos 20 anos, ainda atiça chispas e, se uma chamazinha explodir, ok, tudo bem, valeu, ela se contenta com a experiência.

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